Dói da flor da pele ao pó do osso
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Quinta-feira, 31 Julho 2008, 11:29 am
Arquivado em: Por Mariana Albanese
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Duas vezes senti medo de que meu coração escorregasse pela garganta e eu, sem querer, o cuspisse, tamanha a velocidade com que ele se arremessou para fora. Uma foi em uma tarde de 2006, no Almanaque, quando achei que não cabia mais lugar para ser feliz, e o pobre órgão doeu, doeu, de alegria.
A outra foi agora. Acordei numa animação de irritar. Se houvesse um português na padaria, lhe tascava um beijo. Ouvi música, cantei, dancei, e vim trabalhar. E aí ouvi, de relance, o que não queria.
E me confundi, e doeu, e doeu. E o bichinho quis saltar para fora, mas não deixei. Saíram lágrimas, mas nenhum coração.
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Nossa! Quanto post lindo!!! Quanta inspiração o Cariri lhe proporciona. Mari, amiga minha, quanta saudade de nós três juntas chorando as pitangas e sonhando… sonhando com as nossas realizãções. E não é que este tempo chegou?
Comentário por Mô Quinta-feira, 31 Julho 2008 @ 11:50 pm